Desde que se goste. Não pretendo satisfazer, todas as massas - leitores/curiosos - da blogsfera.
Achei interessante fazer uma pesquisa sobre o pudor.
Eu não sou pudica, raramente, só em situações novas e desconhecidas.
quantas vezes dizemos que: O que não se vê, mas se imagina, é mais provocador do que o que se vê normalmente, porque as circunstâncias fazem com que esse modo simples de se vestir seja o único possível e, portanto, que seja pudico. Nessas condições, a percepção do conjunto da sociedade está habituada a expressar o pudor e o "impudor" sempre dessa maneira.
Por exemplo, num contexto tribal, sem nenhuma cultura nem técnica, as circunstâncias ambientais tornam a roupa inadequada, pelo que, os indígenas, andam quase nus. O pudor costuma expressar-se dissimulando o estritamente sexual, com simples vestes. Mas quando uma mulher quer chamar a atenção do homem, o que faz é precisamente cobrir o peito. O contrário.
Quando as leis do pudor estabeleceram o que define a intimidade corporal, estabelece-se uma união entre a intimidade pessoal e a intimidade corporal. As duas caminham a par, porque a pessoa é corpo e espírito. Quando se entrega o corpo, entrega-se o espirito. E quando se abre a intimidade corporal, abre-se a intimidade pessoal. Separar esses dois factores produz uma ruptura interior da pessoa.
Por esta razão, os que se amam, procuram a intimidade.
Num momento, como o actual, em que é tão grande a carga erótica das modas, apregoada através dos meios de comunicação. Eu pergunto como manter uma atitude correcta quanto à estética da sexualidade. Convém aqui recordar que ver não é o mesmo que olhar.
Acho que se refrearmos esses impulsos da imaginação e do desejo teremos um dos meios de auto-educação.





