quarta-feira, abril 27, 2005

sensibilidade à flor da pele

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Há sempre filmes que nos comovem, verdadeiramente. Os que nos marcam de uma forma negativa ou positiva, por ter uma ou outra cena, comovente ou chocante. Alguns deles são um marco na história do cinema. E o "Cinema Paraíso" é um deles.

Ultimamente, tenho tido a oportunidade de ver outros filmes bons, e também europeus, que não conhecia. Já tinha ouvido falar deles, mas nunca tinha conseguido vê-los. Um grande feitio ter comprado um DVD, para aderir às novas tecnologias, e enriquecer cinematograficamente.

Este "Cinema Paraíso" de Giuseppe Tornatore é uma verdadeira reliquia. Já o vi quatro vezes e choro sempre. Principalmente com o final. É um, dos finais mais mágicos e perfeitos.
A cena dos beijos é uma cena tão bem conseguida, e com a música esplêndida do Ennio Morricone que é impossível ficar indiferente. Permanece no Top 10 dos meus preferidos.
Não nos podemos esquecer de Philippe Noiret, magnífico actor com um historial de invejar. "La grande Bouffe"; "O carteiro de Pablo Neruda"; "la Vie en Chateau", com Catherine Deneuve. Lembro-me destes. Porque os vi.

2 comentários:

carolina disse...

este filme deve ter uma substância felizmente viciante qualquer. pode ver-se umas atrás de outras vezes como se fosse uma sequencia lógica. como um estado permanente, como respirar.

nobreka disse...

E como substância viciante que é, e a funcionar, procurar-la-emos tantas mais vezes, quanto necessitarmos. Poder-se-à pensar numa droga boa.
Ela dispara a dose certa de adrenalina extasiante, que precisamos naquela altura. Senão, porque procuraríamos ver o mesmo filme vezes sem conta. Cenas e diálogos que sabemos de trás para a frente.