quinta-feira, agosto 04, 2005

Desajuste

Quem quer produzir neste país, sente-se sempre desajustado.

Naquelas ocasiões especiais, como férias, ou licenças de maternidade ou paternidade, ou saídas repentinas sem motivo aparente ... os serviços ficam sempre por metade e é quando é. Mas há que dar feed back aos que ficam por lá, os que trabalham e mantem o funcionamento, enquanto a outra metade está de férias. Mas não se entende. Os serviços, nessas alturas, deveriam ser assegurados, mas não é o que acontece. Muitas das vezes, não desenvolvem, nem fazem por cumprir o que lhes é destinado. Acha-se que por estar pouca gente no serviço não vai haver problemas. - Errado, é precisamente o contrário - O que vem no contrato deve ser cumprido; tarefas, funções, cumprimentos são talhados inicialmente, assim como, deverão ser mantidos até vencer o prazo do contrato. É para isso que são pagos. Pelos serviços prestados à empresa Y.
Num país que pouco produz, isto é inadmissível. Mas são capazes de reclamar, se não lhes é pago a factura ao fim do mês. Isto é básico. Simples. Em empresas publicas, ainda é pior. Não estão para isso, por outro lado, há sempre aqueles que lhes dá imenso jeito não fazer a ponta de um corno. Esses, saem mais cedo, apanham uma prainha, uma esplanada, um cineminha, sei lá. Pois, ele, há tanta coisa para se fazer lá fora.

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