Alguém escreveu: "um dia destes encontro-me".....Já me aconteceu. Por momentos. Estive comigo e senti-me detentora da vida. Mas perdi-me logo a seguir. Em questões de auto-análise, a demanda do eu é algo que, poucos, conseguem e sabem fazer. Perdi-me de vista, algures, e nunca mais acreditei que me pudesse (re) encontrar e (re) conhecer. A capacidade está na força e resistência à luta que travamos da aceitação do nosso eu mais empobrecido. (Re) encontrei-me em coisas tão banais quanto as pinturas vivas e plenas de cor e perfume das planícies alentejanas, em confortos varonis de fim de tarde escurecendo praias soalheiras e inexploradas pelo Homem onde ainda se desfruta da linguagem deleitosa que o mar tem para nos oferecer, ou em terreno estranho, sentindo cheiros novos e mistos. Combinados de mesclados que se misturam com gentes e culturas genuinamente diferentes. Realizo-me, onde posso ser eu., e onde sinto apreço pelo vivencial. O eu mais recôndito e tímido anuncia-se e desperta em mim uma euforia, como se passasse para um estado completamente infantil e afortunado. Podemo-nos encontrar nestas situações simples, e que parecem não ter nenhuma importância. Renegar ao instinto mais básico, é não acudir à e irrequietude, perseverança e irreverência e dispensarmos a espontaneidade mais instantânea da vida. Onde posso ser eu!
"A poesia é oferecida a cada pessoa só uma vez e o efeito da negação é irreversível. O amor é oferecido raramente e aquele que o nega algumas vezes depois não o encontra mais..." - Sofia de Mello Breyner Andresen,
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
...onde posso ser eu
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Alguém escreveu: "um dia destes encontro-me".....Já me aconteceu. Por momentos. Estive comigo e senti-me detentora da vida. Mas perdi-me logo a seguir. Em questões de auto-análise, a demanda do eu é algo que, poucos, conseguem e sabem fazer. Perdi-me de vista, algures, e nunca mais acreditei que me pudesse (re) encontrar e (re) conhecer. A capacidade está na força e resistência à luta que travamos da aceitação do nosso eu mais empobrecido. (Re) encontrei-me em coisas tão banais quanto as pinturas vivas e plenas de cor e perfume das planícies alentejanas, em confortos varonis de fim de tarde escurecendo praias soalheiras e inexploradas pelo Homem onde ainda se desfruta da linguagem deleitosa que o mar tem para nos oferecer, ou em terreno estranho, sentindo cheiros novos e mistos. Combinados de mesclados que se misturam com gentes e culturas genuinamente diferentes. Realizo-me, onde posso ser eu., e onde sinto apreço pelo vivencial. O eu mais recôndito e tímido anuncia-se e desperta em mim uma euforia, como se passasse para um estado completamente infantil e afortunado. Podemo-nos encontrar nestas situações simples, e que parecem não ter nenhuma importância. Renegar ao instinto mais básico, é não acudir à e irrequietude, perseverança e irreverência e dispensarmos a espontaneidade mais instantânea da vida. Onde posso ser eu!
Alguém escreveu: "um dia destes encontro-me".....Já me aconteceu. Por momentos. Estive comigo e senti-me detentora da vida. Mas perdi-me logo a seguir. Em questões de auto-análise, a demanda do eu é algo que, poucos, conseguem e sabem fazer. Perdi-me de vista, algures, e nunca mais acreditei que me pudesse (re) encontrar e (re) conhecer. A capacidade está na força e resistência à luta que travamos da aceitação do nosso eu mais empobrecido. (Re) encontrei-me em coisas tão banais quanto as pinturas vivas e plenas de cor e perfume das planícies alentejanas, em confortos varonis de fim de tarde escurecendo praias soalheiras e inexploradas pelo Homem onde ainda se desfruta da linguagem deleitosa que o mar tem para nos oferecer, ou em terreno estranho, sentindo cheiros novos e mistos. Combinados de mesclados que se misturam com gentes e culturas genuinamente diferentes. Realizo-me, onde posso ser eu., e onde sinto apreço pelo vivencial. O eu mais recôndito e tímido anuncia-se e desperta em mim uma euforia, como se passasse para um estado completamente infantil e afortunado. Podemo-nos encontrar nestas situações simples, e que parecem não ter nenhuma importância. Renegar ao instinto mais básico, é não acudir à e irrequietude, perseverança e irreverência e dispensarmos a espontaneidade mais instantânea da vida. Onde posso ser eu!
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2 comentários:
...porque achas engraçado? as coisas não têm de ser lineares como tu achas que elas podem ou devem ser...podemo-nos rever em paisagens, em sitios, em situações, etc etc. O q eu quis dizer foi exactamente isso: Que consigo estabelecer ou já estabeleci contacto com o meu eu nessas circunstâncias. Nestas.
E tu não achas isso? Vá abre o teu coração e revela-me os teus "eus" mais profundos.
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