É necessário que faleças
Em mim
A mim que me persegues
E que me lês …
Como uma questão proporcional
E relativizas tudo o que sou…
(com o resto do mundo)
Eu pereci ontem
Encerro hoje e falecerei amanhã
E se este perecer
Imperar na coragem
em te esquecer,
poderei sobreviver à formosura?
Aguardo que as cores, que o aroma
e que os cheiros do estio
Possam esconder e vencer
Este despotismo.
A menos que este bem querer
De te amar devagar
Me destrua de vez
E em tinta e em negro me guarde!
Esta cisma de amar distante
E de ver que não te vejo
Consome o meu amor
É um amar viajante
E cego, rouba-me o
Sossego
É onde eu me morro de amor
De te querer!
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