Hoje, queria tanto ausentar-me de mim, esquecer-me de mim.
Vejo, ao longe, a proeza. Ela pode começar.
Se eu não temer o que não fiz.
Se eu acreditar nos pedaços que posso ter.
O percurso até pode estar certo, aquele que me parece incerto.
Não existem "locais fechados"... só, as chaves certas.
Existe uma porta ao fundo da rua que se chama liberdade,
Não interessa o que sonhamos,
Não interessa o que vemos,
Não interessa que acordemos,
Ou o que poderia acontecer.
Mas para todos os mistérios, há um desvendar.
Não interessa que tenhamos de recompensar fragmentos vitais
Que se revelam ineficazes,
O que pretendo é paz e equilíbrio,
Não quero chorar pela dor ou desespero
Porém, quero lavar a alma e o pensamento.
E seguir em frente para ver o que está para lá dessa porta.
A que chamam liberdade.
Sem comentários:
Enviar um comentário