Por mais que sejam os esforços e lutas que travemos: o mundo que nos rodeia e conhecemos, não nos satisfaz.
Queixamo-nos de tudo. O trabalho que não merece a nossa aptidão e dedicação.
As relações que temos e acumulamos ao longo dos anos e que nos derrubam. Fazem-nos azedos e insensíveis.
As relações familiares que por si não bastam cordiais.
A inspiração que se fica pelo caminho. A paixão que se desvanece pelos caminhos empedrados, recheados de tumultos seixos que nos conturbam.
Inspiração para quê? Se tudo que revelamos se torna um esforço inglório. Impossível de o amor se realizar, se anunciar, se acalmar. E se os segredos que tínhamos se perdem e se desfazem em poeira.
E quando finjo que esqueço, não esqueci nada. E cada vez que fujo eu me aproximo mais. E é por isso que atravesso o teu futuro. E tento não reviver o passado. E sem querer entrei mais uma vez na tua vida. E procurei tantas desculpas para não te encarar, mas para te ver, para te cheirar, para te tocar, para te ouvir, para te sentir.
E a estrada que percorro já não é estrada. E o trilho deixou de existir. Não existe nada. Acabou. Está fechada.
E o que tínhamos, era alguma coisa? Nem um pouco de respeito. Momentos residuais, palavra estúpida, é o que lhe chamam. Foi o que desfrutámos!
Preciso de gastar-te em palavras o que foi ou não foi. Dito. Feito. Tu que nunca soubeste o que era estima. Pelas mulheres? Tu entendes de investigação, de praticabilidade de pesquisas concretizadas em análises, de emoções de forma educativa, de formas humanas careces de estudar e de beber para que se tornem exequíveis. Tu nunca serás viável. Nem que sorvas ou degustes um pouco de sensibilidade, nunca a podes compreender. Não sentes paixão. Sentes uma coceira na “ verga”. Sentes um frenesim de alguém que te adoça o ouvido e te murmura. Tu vives dos mimos de alguém que se sente dependente da forma como está contigo.
Estádio que nunca serás capaz de atingir. Conhece-te a ti próprio … pensas que te conhece… E dilata o lado do cérebro em que dominas a estupidez. A tacanhez emocional apodera-se de teu corpo, da tua intelectualidade e derruba todas as possibilidades de sentires.
Tu és um assunto encerrado. Aqui e agora. Hoje fazes-me escrever sobre ti.
Enterrar-te-ei. Morreste. Já não és nada para mim, não podes ser mais nada.
Queixamo-nos de tudo. O trabalho que não merece a nossa aptidão e dedicação.
As relações que temos e acumulamos ao longo dos anos e que nos derrubam. Fazem-nos azedos e insensíveis.
As relações familiares que por si não bastam cordiais.
A inspiração que se fica pelo caminho. A paixão que se desvanece pelos caminhos empedrados, recheados de tumultos seixos que nos conturbam.
Inspiração para quê? Se tudo que revelamos se torna um esforço inglório. Impossível de o amor se realizar, se anunciar, se acalmar. E se os segredos que tínhamos se perdem e se desfazem em poeira.
E quando finjo que esqueço, não esqueci nada. E cada vez que fujo eu me aproximo mais. E é por isso que atravesso o teu futuro. E tento não reviver o passado. E sem querer entrei mais uma vez na tua vida. E procurei tantas desculpas para não te encarar, mas para te ver, para te cheirar, para te tocar, para te ouvir, para te sentir.
E a estrada que percorro já não é estrada. E o trilho deixou de existir. Não existe nada. Acabou. Está fechada.
E o que tínhamos, era alguma coisa? Nem um pouco de respeito. Momentos residuais, palavra estúpida, é o que lhe chamam. Foi o que desfrutámos!
Preciso de gastar-te em palavras o que foi ou não foi. Dito. Feito. Tu que nunca soubeste o que era estima. Pelas mulheres? Tu entendes de investigação, de praticabilidade de pesquisas concretizadas em análises, de emoções de forma educativa, de formas humanas careces de estudar e de beber para que se tornem exequíveis. Tu nunca serás viável. Nem que sorvas ou degustes um pouco de sensibilidade, nunca a podes compreender. Não sentes paixão. Sentes uma coceira na “ verga”. Sentes um frenesim de alguém que te adoça o ouvido e te murmura. Tu vives dos mimos de alguém que se sente dependente da forma como está contigo.
Estádio que nunca serás capaz de atingir. Conhece-te a ti próprio … pensas que te conhece… E dilata o lado do cérebro em que dominas a estupidez. A tacanhez emocional apodera-se de teu corpo, da tua intelectualidade e derruba todas as possibilidades de sentires.
Tu és um assunto encerrado. Aqui e agora. Hoje fazes-me escrever sobre ti.
Enterrar-te-ei. Morreste. Já não és nada para mim, não podes ser mais nada.
2 comentários:
Livra, prima! Isso é ódio puro, concentrado numa percentagem altissíma!
Espero que tenhas superado!
Shalom e beijo
sim, meu querido. Não é odio. é pura desilusão. Mas deixo-te um poema escrito. Espero que gostes. Quero dizer-te que nao estou amarga,nem me sinto,foram meramente estados de espirito momentâneos. Um beijo.
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