
As gotas caiam-me na cara, sabia bem. Tocam na pele, e desaparecem com o calor que se sente. Escorrem sôfrega e docemente, pelo pescoço. Percorrem ávidamente a pele por aquele momento. Nunca mais me tocaste. A chuva sempre fez mais do que tu. E aquele abraço, nunca mo deste. Os teus braços, à minha volta, nunca mais os, senti. O teu arfar. A tua respiração. Ela fazia-me gotejar, só de te sentir, e com o teu toque, estremecia. Vivia.
3 comentários:
mmmmmmmmm... erotismo t
tb acho. Aliás, vou começar a deixar umas palavrinhas por aqui. nem que sejam este tipo de pensamentos (curtos, mas sentidos)
Enquanto eu possa e tenha tempo, vou fazer isso.
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