Hostilidades desmedidas sob selvas … betume e argamassas construídas e animadas em ossos, sangue, veias e tendões, impacientam por estalar. Somos aias, somos paus mandados, somos fardo, somos proposta, somos projecto… de carne, somos … parentesco deste modo de vida.
O Homem possui, reina, determina, e destrói disposições maciças, elevações poéticas prostradas em restos, em pedaços de boatos, e abalos e ruínas tristes num sistema que, pervertido, actua por contentarmos os ditos ditosos.
Costumes arruinados, vícios únicos e indivisíveis, soltam-se em ameaças extraordinárias e mais prementes. Vive-se e sobrevive-se entre vínculos déspotas e isolados que desencadeiam tropeções cíclicos, só e enfadonha, sabemos que atropelarmo-nos sem dó nem piedade, é a melhor feição.
Há um ciclo adaptador que emite personagens desconhecidas e emergentes à nossa evolução. A cada pedaço que damos, a cada reacção ao perto, a cada imagem que criamos ou retemos. A resistência ao que é sadio. A firmeza permissível ao que nos faz feliz. É mecanicamente aceitável.
A progressividade e a tolerância à realização. É de praxe o Homem calar, nunca reclamar, e jamais altercar. Fiquemos à mercê da institucionalização do cimento. Ele entra-nos por todo o lado, sob a forma de instantes e influxos que, até, nos fazem falta.
Viemos ao mundo com defeito, será? Perdem-se em nós, ou será que nos perdemos neles? Or ever. Está instaurado.
Não nos cansamos de dizer a nós próprios que sempre assim foi (a auto-justificação transforma-se em auto-flagelação)! A favor da agressão, a favor do betume e dos espaços parcos em cimento mal enjorcados que ocupamos! E tudo isto é reflexo das nossas transformações. Um palco montado numa selva de cimento. Animais intoleráveis. Pressões mentais recatadas entre receptáculos de betume. Escolhas e intrigas minam alguém mais idóneo, mas isso não tem importância, desde que sobrevivamos às hostilidades do cimento.
O Homem possui, reina, determina, e destrói disposições maciças, elevações poéticas prostradas em restos, em pedaços de boatos, e abalos e ruínas tristes num sistema que, pervertido, actua por contentarmos os ditos ditosos.
Costumes arruinados, vícios únicos e indivisíveis, soltam-se em ameaças extraordinárias e mais prementes. Vive-se e sobrevive-se entre vínculos déspotas e isolados que desencadeiam tropeções cíclicos, só e enfadonha, sabemos que atropelarmo-nos sem dó nem piedade, é a melhor feição.
Há um ciclo adaptador que emite personagens desconhecidas e emergentes à nossa evolução. A cada pedaço que damos, a cada reacção ao perto, a cada imagem que criamos ou retemos. A resistência ao que é sadio. A firmeza permissível ao que nos faz feliz. É mecanicamente aceitável.
A progressividade e a tolerância à realização. É de praxe o Homem calar, nunca reclamar, e jamais altercar. Fiquemos à mercê da institucionalização do cimento. Ele entra-nos por todo o lado, sob a forma de instantes e influxos que, até, nos fazem falta.
Viemos ao mundo com defeito, será? Perdem-se em nós, ou será que nos perdemos neles? Or ever. Está instaurado.
Não nos cansamos de dizer a nós próprios que sempre assim foi (a auto-justificação transforma-se em auto-flagelação)! A favor da agressão, a favor do betume e dos espaços parcos em cimento mal enjorcados que ocupamos! E tudo isto é reflexo das nossas transformações. Um palco montado numa selva de cimento. Animais intoleráveis. Pressões mentais recatadas entre receptáculos de betume. Escolhas e intrigas minam alguém mais idóneo, mas isso não tem importância, desde que sobrevivamos às hostilidades do cimento.
1 comentário:
...tomada de consciência de que vivemos em caixotes de cimento... amargura suburbana? mas há vida além das quatro paredes (impostas), sabias?
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